terça-feira, 2 de março de 2010
Ela riu sozinha no meio da tarde chuvosa.
ele brilhava nas suas retinas
Bem ali diante dos seus olhos.
Os cabelos molhados, o abraço quente.
Ela pensou: -Eu sou forte, muito forte por resistir a esse sorriso, e a tudo o que ele me faz...
Acordou, deitada no sofá.
Um sorriso sofrido enfeitou seu rosto.
Um sonho apenas.
Foi pra cozinha fritar um hamburguer e acabar de assistir a sessão da tarde.
segunda-feira, 1 de março de 2010
sobre indios nambiquaras
Muito ouvi por aqui .
Estou sempre atenta prestando atenção nas coisas, e principalmente nas palavras.
Não sei dizer se os indios deveriam coexistir com a nossa sociedade. É necessário realmente que o índio coexista?
A coexistência de alguns povos já nos desmonstrou historicamente o que a nossa sociedade faz com quem considera inferiores, devora sem dó nem piedade.
Se uma pessoa que vê uma aldeia por fora não consegue perceber sua grandeza por dentro, não deveria necessariamente sair por ai a dizer um monte de asneiras.
O que nossos olhos sentem como pobreza de indio, é apenas um modo de vida tão antigo como o próprio tempo prejudicado,arruinado pela coexistência forçada ou não.
O que precisa é haver discussào na sociedade do que seja os valores civilizatórios e qual a sua aplicabilidade.
Querer organizar os indios para que eles não passem fome num universo de 1 milhào e meio de hectares, é justo, mas será realmente necessário essa organização?
Querer que o indio pense como o branco é reduzi-los a indios que pensam como branco. Um caminho mais rápido para a extinção completa da etnia.
Fiquei feliz de ver uma autêntica festa dos nambiquaras.
Os indios e indias comemorando felizes um dos rituais de passagens mais bonitos e importantes da aldeia.
As mães das moças meninas estavam orgulhosas e demonstravam isso cantando e dançando.
É um outro universo de simbolismo, mas a preocupação materna estava ali, como de qualquer outra mãe no planeta terra.
Aliás, na conversa com as mulheres,filhos e maridos, foram nosso principal assunto e rimos tanto, e falamos tanto, e ao falar dos nossos pequenos, ali estava o amor, e ao falar dos maridos, homens em geral, lá também estava a crítica, a beleza do relacionamento ou não, as mazelas e as delicias também.
As crianças falam nambiquara, as mulheres educam seus filhos em nambiquara, falam entre si na lingua materna e as crianças maiores aprendem o português nas escolas bilingues nas aldeias.
Não houve como nao comparar esse valor linguistico com a baiana que viajou comigo no vôo Brasília Cuiabá.
Ela vinha da França com a filha de apenas 1 ano.
A menininha estava irritada e eu resolvi brincar com ela para acalmá-la. Eu falava e cantava e nada da menina interagir. Até que a mãe falou: Ela não fala português, só francês.
Ao longo da conversa descobri que o pai era brasileiro, e que eles não ensinavam para a filha a lingua materna. Levei um choque.
No meu conceito, nada justifica que aquela mãe cantasse para a filha dormir uma musica francesa, ao invés do nosso doce "nana nenê... falar francês seria mais civilizado que falar o português?
Então fiquei pensando ...
O que é ser civilizado, o que é se achar civilizado, renegar o que é nos é tão próprio, o que nos é tão caro, quanto nossa cultura, nossa lingua materna?
Afinal,
Coexistir é o que?
Se organizar e pensar como branco?
Querer as mesmas coisas que o branco quer e almeja?
Ser como o homem branco trará menos "miseria" para si e para os outros?
Existe toda uma gama de possibilidades.
Respeitar essa organizaçào e este universo é o primeiro passo.
Empoderar o indio através depoliticas publicas é uma outra saída possível.
Enfase na educação étnica e anti-racista porém , é fundamental.
Conceitos como civilização e atos civilizatórios precisam ser repensados. E no que isso implica? mudança de posição.
Nào tenho o costume de fotos pessoais, mas excessões existem. As fotos estão muito escuras por conta do flash da máquina que estava ruim.
Tirei poucas fotos também, porque estava lá para compartilhar e aprender e não para fotografar, necesseriamente e ofuscar o brilho da festa.


Estou sempre atenta prestando atenção nas coisas, e principalmente nas palavras.
Não sei dizer se os indios deveriam coexistir com a nossa sociedade. É necessário realmente que o índio coexista?
A coexistência de alguns povos já nos desmonstrou historicamente o que a nossa sociedade faz com quem considera inferiores, devora sem dó nem piedade.
Se uma pessoa que vê uma aldeia por fora não consegue perceber sua grandeza por dentro, não deveria necessariamente sair por ai a dizer um monte de asneiras.
O que nossos olhos sentem como pobreza de indio, é apenas um modo de vida tão antigo como o próprio tempo prejudicado,arruinado pela coexistência forçada ou não.
O que precisa é haver discussào na sociedade do que seja os valores civilizatórios e qual a sua aplicabilidade.
Querer organizar os indios para que eles não passem fome num universo de 1 milhào e meio de hectares, é justo, mas será realmente necessário essa organização?
Querer que o indio pense como o branco é reduzi-los a indios que pensam como branco. Um caminho mais rápido para a extinção completa da etnia.
Fiquei feliz de ver uma autêntica festa dos nambiquaras.
Os indios e indias comemorando felizes um dos rituais de passagens mais bonitos e importantes da aldeia.
As mães das moças meninas estavam orgulhosas e demonstravam isso cantando e dançando.
É um outro universo de simbolismo, mas a preocupação materna estava ali, como de qualquer outra mãe no planeta terra.
Aliás, na conversa com as mulheres,filhos e maridos, foram nosso principal assunto e rimos tanto, e falamos tanto, e ao falar dos nossos pequenos, ali estava o amor, e ao falar dos maridos, homens em geral, lá também estava a crítica, a beleza do relacionamento ou não, as mazelas e as delicias também.
As crianças falam nambiquara, as mulheres educam seus filhos em nambiquara, falam entre si na lingua materna e as crianças maiores aprendem o português nas escolas bilingues nas aldeias.
Não houve como nao comparar esse valor linguistico com a baiana que viajou comigo no vôo Brasília Cuiabá.
Ela vinha da França com a filha de apenas 1 ano.
A menininha estava irritada e eu resolvi brincar com ela para acalmá-la. Eu falava e cantava e nada da menina interagir. Até que a mãe falou: Ela não fala português, só francês.
Ao longo da conversa descobri que o pai era brasileiro, e que eles não ensinavam para a filha a lingua materna. Levei um choque.
No meu conceito, nada justifica que aquela mãe cantasse para a filha dormir uma musica francesa, ao invés do nosso doce "nana nenê... falar francês seria mais civilizado que falar o português?
Então fiquei pensando ...
O que é ser civilizado, o que é se achar civilizado, renegar o que é nos é tão próprio, o que nos é tão caro, quanto nossa cultura, nossa lingua materna?
Afinal,
Coexistir é o que?
Se organizar e pensar como branco?
Querer as mesmas coisas que o branco quer e almeja?
Ser como o homem branco trará menos "miseria" para si e para os outros?
Existe toda uma gama de possibilidades.
Respeitar essa organizaçào e este universo é o primeiro passo.
Empoderar o indio através depoliticas publicas é uma outra saída possível.
Enfase na educação étnica e anti-racista porém , é fundamental.
Conceitos como civilização e atos civilizatórios precisam ser repensados. E no que isso implica? mudança de posição.
Nào tenho o costume de fotos pessoais, mas excessões existem. As fotos estão muito escuras por conta do flash da máquina que estava ruim.
Tirei poucas fotos também, porque estava lá para compartilhar e aprender e não para fotografar, necesseriamente e ofuscar o brilho da festa.
A roda e a dança
Eu aprendendo nambiquara com as crianças
\
Ainda com as crianças, ao fundo Ana, a antropóloga que nos acompanhou
A lua, redonda e soberana que clareou a noite
A oca que guardou durante 3 meses as meninas-moça
Uma árvore no meio da aldeia
Heverton, Renato, filho do Homem Algodão e eu.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
Estou em Rondônia.
Vim aqui pra visitar as terras indigenas Nambiquara que ficam em Comodoro, Mato Grosso.Tenho um projeto de livro infantil que gostaria de realizar com as crianças.
De quebra ganhei um presente: Pude presenciar a festa da menina moça, tradicional festa do povo nambiquara.
Ganhei a festa, e muitas indagações.
Vim aqui pra visitar as terras indigenas Nambiquara que ficam em Comodoro, Mato Grosso.Tenho um projeto de livro infantil que gostaria de realizar com as crianças.
De quebra ganhei um presente: Pude presenciar a festa da menina moça, tradicional festa do povo nambiquara.
Ganhei a festa, e muitas indagações.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
afirme-se!
Esta é uma campanha pela manuntenção das cotas e demais ações afirmativas tão caras a população afro descendente deste país.
Não podemos ficar de fora disso.
Esse chamamento é para aqueles que acreditam na justiça social, na dignidade humana, no direito de igualdades, no bem comum e no empoderamento étnico social!
Vamos lá! Vale participe do jeito que você puder, só não vale não participar!
Mais informações sobre a campanha no link:http://afirmese.blogspot.com/
levando minha criança pra brincar
Menina, desce daí! Cuidado pra não cair!
Eu estou aqui esperando, enquanto voce se delicia de goiaba no pé.
Estou sentada vendo você sorrir e seu sorriso é tão grande e faz duas covinhas, sendo a do lado direito mais profunda.
Profunda é a tua alma, pequena, e teu sonhos ainda nem começaram, mas você não liga, porque seu universo particular não permite restrinções....
Vai brincar ao redor da casa, corre de cansar de seus fantasmas intimos, seus amiguinhos, que as vezes não te deixam dormir.
Zomba deles e dança descalça no chão batido de terra...
Deixa estar que estou te esperando.
Não tenha presa. A vida é tão curta.
Mas não se esqueça de pegar as sementes de mamoma, elas dão ótimos estilingues.
Quando cansar me fala, e aí vamos embora.
Vamos embora minha menina, somente quando você cansar de brincar...
Eu estou aqui esperando, enquanto voce se delicia de goiaba no pé.
Estou sentada vendo você sorrir e seu sorriso é tão grande e faz duas covinhas, sendo a do lado direito mais profunda.
Profunda é a tua alma, pequena, e teu sonhos ainda nem começaram, mas você não liga, porque seu universo particular não permite restrinções....
Vai brincar ao redor da casa, corre de cansar de seus fantasmas intimos, seus amiguinhos, que as vezes não te deixam dormir.
Zomba deles e dança descalça no chão batido de terra...
Deixa estar que estou te esperando.
Não tenha presa. A vida é tão curta.
Mas não se esqueça de pegar as sementes de mamoma, elas dão ótimos estilingues.
Quando cansar me fala, e aí vamos embora.
Vamos embora minha menina, somente quando você cansar de brincar...
Ser feliz ou ter uma vida interessante?
Esta indagação nasceu a partir de um texto que li da Marta Medeiros, na citação do psicanalista Contardo Calligaris que argumenta que ser feliz não é tão importante, mas vale viver uma vida interessante.
Se isso me fosse dito quando esperava que o sol nascesse igual todas as manhãs, com a minha intrasigência habitual, maturada pela imaturidade, mandaria esse psicanalista ir colher chuchus, como nos versos da Adélia.
Mas hoje me sinto muito pertencida dessa idéia.
Não sou cínica de dizer que a felicidade não existe. Não, ela existe sim, e é a glória.Porém, cansada de dar murro em ponta de faca, rendo-me ao inevitável.
Não precisar da felicidade para ser feliz é de uma libertação que ainda me choca.
Mas vou acreditando nisso a cada dia, com a força dos tratores.
Quando acreditamos que pequenas coisas podem atrapalhar a nossa tão sonhada felicidade, é porque ainda não estamos prontos para estar na chuva e se molhar.
Um dia de chuva jamais pode apagar o fogo do dia, é preciso vestir o vestido preferido mesmo com o fio puxado, é preciso entender que o homem que a gente ama, não é perfeito, e nem deveria ser, porque ninguém é...
Não que tenhamos que nos contetar com pouco, com o mínimo, com a falta de atenção, com o desassossego, mas é preciso adquirir da vida o que ela tem de melhor para nos oferecer e, muitas vezes, não é exatamente aquilo que a gente sonhou.
E aí? cavar angústia? chorar infelicidade?esgotar a paciência?
Nada disso, acredito que temos que encarar de peito aberto o que a vida nos deu e celebrar.
Estar apto, estar disposto, não encarar as escolhas e as decisões em que não podemos intervir de maneira absoluta e caótica.
A vida é sistema aberto.
Suspiro ao escrever isso. Passada a aflição da metáfora, posso me entregar a antítese sem medos.
Me sinto bem desafiando o desconhecido, partindo para os desafios sem segundas intenções, a não ser a intenção de viver mesmo, gosto de me deleitar com minhas pequenas ambições, como ler um livro sem ser incomodada, isso sim felicidade suprema.
São as pequenas coisas que nos fazem grandes, que nos fazem bem, mas infelizmente não nos damos conta disso.
Eu tive que aprender minhas lições no sufoco.
Mas sou obediente da vida. E aprendi a tirar proveito e prazer das coisas que me são ofertadas.
A tão almejada felicidade já não é mais sonhada.Procuro não virar as costas para as metas tradicionais, mas vou aprendendo a lidar com elas de maneira inteligente, lúdica, sem nunca esquecer o que sonho pra mim.
Eu só me dei conta disso, quando saí da estadia do poço e vi que a cada dia eu recomeçava do zero.
Estava ali afinal, o que eu nunca busquei, mas aprendi a lição de tal maneira que não me esqueço.
Não busco mais a tal felicidade nos dias que seguem.
Estou disposta sim, a tornar o dia interessante, vivê-lo intensamente com todos as suas matrizes, dia por dia, hora por hora, sem me prender aos detalhes insugnificantes, à pessoas mediocres, a fatos que empobrecem o viver, vou colhendo do dia, as escolhas e surpresas que ele pode oferecer. E curto isso.
Não estou dizendo que é fácil.
Realmente viver dá trabalho.
Mas é tão bom.
Esta indagação nasceu a partir de um texto que li da Marta Medeiros, na citação do psicanalista Contardo Calligaris que argumenta que ser feliz não é tão importante, mas vale viver uma vida interessante.
Se isso me fosse dito quando esperava que o sol nascesse igual todas as manhãs, com a minha intrasigência habitual, maturada pela imaturidade, mandaria esse psicanalista ir colher chuchus, como nos versos da Adélia.
Mas hoje me sinto muito pertencida dessa idéia.
Não sou cínica de dizer que a felicidade não existe. Não, ela existe sim, e é a glória.Porém, cansada de dar murro em ponta de faca, rendo-me ao inevitável.
Não precisar da felicidade para ser feliz é de uma libertação que ainda me choca.
Mas vou acreditando nisso a cada dia, com a força dos tratores.
Quando acreditamos que pequenas coisas podem atrapalhar a nossa tão sonhada felicidade, é porque ainda não estamos prontos para estar na chuva e se molhar.
Um dia de chuva jamais pode apagar o fogo do dia, é preciso vestir o vestido preferido mesmo com o fio puxado, é preciso entender que o homem que a gente ama, não é perfeito, e nem deveria ser, porque ninguém é...
Não que tenhamos que nos contetar com pouco, com o mínimo, com a falta de atenção, com o desassossego, mas é preciso adquirir da vida o que ela tem de melhor para nos oferecer e, muitas vezes, não é exatamente aquilo que a gente sonhou.
E aí? cavar angústia? chorar infelicidade?esgotar a paciência?
Nada disso, acredito que temos que encarar de peito aberto o que a vida nos deu e celebrar.
Estar apto, estar disposto, não encarar as escolhas e as decisões em que não podemos intervir de maneira absoluta e caótica.
A vida é sistema aberto.
Suspiro ao escrever isso. Passada a aflição da metáfora, posso me entregar a antítese sem medos.
Me sinto bem desafiando o desconhecido, partindo para os desafios sem segundas intenções, a não ser a intenção de viver mesmo, gosto de me deleitar com minhas pequenas ambições, como ler um livro sem ser incomodada, isso sim felicidade suprema.
São as pequenas coisas que nos fazem grandes, que nos fazem bem, mas infelizmente não nos damos conta disso.
Eu tive que aprender minhas lições no sufoco.
Mas sou obediente da vida. E aprendi a tirar proveito e prazer das coisas que me são ofertadas.
A tão almejada felicidade já não é mais sonhada.Procuro não virar as costas para as metas tradicionais, mas vou aprendendo a lidar com elas de maneira inteligente, lúdica, sem nunca esquecer o que sonho pra mim.
Eu só me dei conta disso, quando saí da estadia do poço e vi que a cada dia eu recomeçava do zero.
Estava ali afinal, o que eu nunca busquei, mas aprendi a lição de tal maneira que não me esqueço.
Não busco mais a tal felicidade nos dias que seguem.
Estou disposta sim, a tornar o dia interessante, vivê-lo intensamente com todos as suas matrizes, dia por dia, hora por hora, sem me prender aos detalhes insugnificantes, à pessoas mediocres, a fatos que empobrecem o viver, vou colhendo do dia, as escolhas e surpresas que ele pode oferecer. E curto isso.
Não estou dizendo que é fácil.
Realmente viver dá trabalho.
Mas é tão bom.
" Poesia vende sim, eu compro!"
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Abrazo Amoroso de Frida Kahlo
Tem pessoas que acham que podem incomodar os outros em nome de Deus.
Todos poderosos, usam a voz da imposição para julgar quem são os escolhidos ou não.
Te medem pelo vestrir, pelo falar, pelo andar..
Te julgam e te condenam se os versiculos da biblia não forem sua leitura de cabeceira.
Religiosamente corretos usam o nome de Deus, como arma e armadilha.
Os incautos podem ser sentir culpados.
Os incultos, predestinados,
os crédulos, salvos,
Os céticos, serão julgados e condenados a um eterno fogo do inferno.
E Deus, coitado, deve passar seus dias pensando que mal ele fez a si mesmo....
sábado, 20 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
ainda carnaval no rio
O que houve de pior no carnaval do Rio? Os lamentáveis banheiros químicos...
Que nojeira, que horror. Na primeira vez que usei, inocente de seus males, entrei com a cara e a coragem, e ...quase vomitei...E olha que não sou fresca...
Logo descobri que para usá-los, você não podia respirar pelo nariz e sim pela boca e não pensar nas milhares de bactérias expostas no ar...
E nunca, nunca mesmo olhar para baixo... para mistura de xixi, papéis higiênicos e outras cositas más....
Opções para o uso do banheiro público? Ficar em casa e usar o seu próprio banheiro, não beber ou ser preso.
Outro fato lamentável foi o recolhimento do lixo.
Tanto estardalhaço por conta do xixi alheio e, Sr. Prefeito, cadê as latas de lixo da cidade do Rio de Janeiro?
Eu que tenho dificuldades homéricas de jogar lixo na rua, me vi em altas divagações filosóficas ambientais: jogar no chão ou não jogar?
Mas a prefeitura do Rio, não me deu opções. A única opção era jogar o lixo no chão mesmo.
Agora o melhor do carnaval?
Além do povo do Rio que mostrou sua irreverência de maneira espetacular, que beleza de carnaval de rua!
(mesmo com a onipresença da Antartica, eu na verdade, não posso reclamar, só bebo antartica mesmo) que maravilhoso os blocos, sem brigas, sem violência, sem problema algum...
A Lapa sempre maravilhosa com seus atores fundamentais para uma boa boemia no Rio. Mas o melhor de tudo e de todos foi o Cordão do Boitatá, domingo de manhã, no Paço Imperial
Delírios de beleza, música boa, fresquinha debaixo das árvores frondosas, gente bonita de doer, fantasias incríveis, cerva três por cinco, estupidamente bom.
Agora é descansar e recarregar.
Que nojeira, que horror. Na primeira vez que usei, inocente de seus males, entrei com a cara e a coragem, e ...quase vomitei...E olha que não sou fresca...
Logo descobri que para usá-los, você não podia respirar pelo nariz e sim pela boca e não pensar nas milhares de bactérias expostas no ar...
E nunca, nunca mesmo olhar para baixo... para mistura de xixi, papéis higiênicos e outras cositas más....
Opções para o uso do banheiro público? Ficar em casa e usar o seu próprio banheiro, não beber ou ser preso.
Outro fato lamentável foi o recolhimento do lixo.
Tanto estardalhaço por conta do xixi alheio e, Sr. Prefeito, cadê as latas de lixo da cidade do Rio de Janeiro?
Eu que tenho dificuldades homéricas de jogar lixo na rua, me vi em altas divagações filosóficas ambientais: jogar no chão ou não jogar?
Mas a prefeitura do Rio, não me deu opções. A única opção era jogar o lixo no chão mesmo.
Agora o melhor do carnaval?
Além do povo do Rio que mostrou sua irreverência de maneira espetacular, que beleza de carnaval de rua!
(mesmo com a onipresença da Antartica, eu na verdade, não posso reclamar, só bebo antartica mesmo) que maravilhoso os blocos, sem brigas, sem violência, sem problema algum...
A Lapa sempre maravilhosa com seus atores fundamentais para uma boa boemia no Rio. Mas o melhor de tudo e de todos foi o Cordão do Boitatá, domingo de manhã, no Paço Imperial
Delírios de beleza, música boa, fresquinha debaixo das árvores frondosas, gente bonita de doer, fantasias incríveis, cerva três por cinco, estupidamente bom.
Agora é descansar e recarregar.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
carnaval no rio
Não sei o que me deu.
Aflição de carnaval.
Hoje é o primeiro dia e parece que é o último.
Na verdade, tudo começou ontem em Ipanema e acabou hoje na Lapa...
Deu tempo de antartica, kasller, pipoca e sundae de banana.
Tudo misturado.
Embalos da Folia.
Aflição de carnaval.
Hoje é o primeiro dia e parece que é o último.
Na verdade, tudo começou ontem em Ipanema e acabou hoje na Lapa...
Deu tempo de antartica, kasller, pipoca e sundae de banana.
Tudo misturado.
Embalos da Folia.
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