Achei que seria a única pessoa no mundo a não me importar com o casamento de William e Kate.
Mas vejo que não.
Muitos adeptos do não tô nem aí.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
fatima reis no ABZ do Ziraldo
Neste domingo, 01/05 estarei no Programa ABZ do Ziraldo contando a história do meu livro " A História de Chico Mendes para crianças"
Espero que todos e todas possam assistir e se divertir assim como foi divertido e prazeroso para mimestar lá com a criançada...
O programa vai ao ar pelo Canal Brasil às 12h.
Aqui tem mais um pouquinho da programação: http://www.tvbrasil.org.br/abz doziraldo/
terça-feira, 26 de abril de 2011
terça-feira, 19 de abril de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
desencontrários
Mandei a palavra rimar,
ela não me obedeceu.
Falou em mar, em céu, em rosa,
em grego, em silêncio, em prosa.
Parecia fora de si,
a sílaba silenciosa.
Mandei a frase sonhar,
e ela se foi num labirinto.
Fazer poesia, eu sinto, apenas isso.
Dar ordens a um exército,
para conquistar um império extinto.
Paulo Leminski
quinta-feira, 31 de março de 2011
dias
Hoje acordei com frio.
Abri o armário e caçei uma blusa meia manga.
Na rua, chovia e eu abri o guarda chuva para não molhar o cabelo.
Cheguei no trabalho, alguns minutos depois.
Guarda chuva fechado, um frescor frio e sem sal.
Dali a pouco, saio para um café.
Um mormaço chato como só o mormaço sabe ser infesta o ar
Começo a suar.
Daqui a pouco, entre um silencio e outro no fone de ouvido, deixo de escutar Nina Simone para me deliciar com o barulho da chuva....
Quando tenho que sair novamente da sala ambientalmete refrigerada em 21 graus
Deparamo-me com um céu cinza.
Tenebroso.
De assustar.
Isso tudo pra dizer, que sou como o tempo.
Tenho dias de sol.
Tenho dias de chuva
Dias de intenso mormaço
Dias de chuva fininha.
Dias de céu cinza.
Tenebroso.
De assustar.
Abri o armário e caçei uma blusa meia manga.
Na rua, chovia e eu abri o guarda chuva para não molhar o cabelo.
Cheguei no trabalho, alguns minutos depois.
Guarda chuva fechado, um frescor frio e sem sal.
Dali a pouco, saio para um café.
Um mormaço chato como só o mormaço sabe ser infesta o ar
Começo a suar.
Daqui a pouco, entre um silencio e outro no fone de ouvido, deixo de escutar Nina Simone para me deliciar com o barulho da chuva....
Quando tenho que sair novamente da sala ambientalmete refrigerada em 21 graus
Deparamo-me com um céu cinza.
Tenebroso.
De assustar.
Isso tudo pra dizer, que sou como o tempo.
Tenho dias de sol.
Tenho dias de chuva
Dias de intenso mormaço
Dias de chuva fininha.
Dias de céu cinza.
Tenebroso.
De assustar.
quarta-feira, 2 de março de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Imagem Sam Weber
Daqui da minha janela vejo um pedaço do céu, algumas arvores e uma grande casa amarela que ainda ostenta a decoração de natal.
Porque será que a dona da casa não teve tempo de retirar as pequena luzinhas brilhantes?
O que aconteceu na sua vida, para que ela congelasse em seu cotidiano um artefato tão temático?
Mas agora este artefato não tem graça.
Perdeu o encanto.
Aas luzinhas não brilham mais. Estão apagadas. Enfeitando o nada.
Lembrando de que alguns dias atrás estávamos comemorando o inicio de um novo ano, com as tantas expectativas que isso gera.
As luzinhas estão lá.
Formam um desenho elaborado que acompanha a arquitetura colonial da varanda.
Lembram de um tempo em que as esperanças estavam em alta, brilhantes, dando coragem para nos despedir de um ano que mais do que nunca queríamos nos livrar. Com suas mazelas. Alegrias pequenas.Dores doídas, frustações que só ganham peso como um gato castrado.
Sonhávamos um mundo novo, com sonhos novos, com o zelo santo que nos acompanha todo final de ano.
Daqui da minha janela, vejo o mundo, e ele me avisa que tudo gira gira gira gira e acaba sempre no mesmo lugar.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Exatamente há um ano atrás, eu fui á padaria comprar pão e no meio do meu caminho havia dois presentes de aniversário: O Loki e a Sofia.
Dois gatinhos de rua. Vagabundos. Sem Estirpe. Sem lenço e sem documento.Mas a melhor coisa que aconteceu nas nossas vidas no último ano...
Compertilhei com vocês a alegria de tê-los ao nosso lado...
Ontem pela manhã, trezentos e sessenta e sete dias depois do nosso encontro, Loki me chama.
Um grito agoniado... Um urro da garganta. Estranho
Eu não entendo de gatês, mas sabia que havia algo errado ali: Iniciamos uma investigação.
Alguns momentos depois, o achamos morto embaixo da minha cama. Lugar preferido. Fresquinho do ar condicionado. Seu
lugar de reizinho numa casa onde era reverenciado e amado profundamente.
Com certeza algum vizinho colocou veneno de rato e meu amado se foi. Meu neném.
Para todo sempre. Salve Loki!!!!!
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