quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
paper man
O curta de animação que levou o oscar.
Bonitinho.... mas... será que merecia mesmo, ou foi o peso da Disney que o fez ganhar?
Bonitinho.... mas... será que merecia mesmo, ou foi o peso da Disney que o fez ganhar?
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
O amor é estúpido.
Nos corrói, nos dilacera, nos enche de medos e inseguras e de certezas das mais incertas.O amor é estúpido, é cego, é voraz, avassalador, inconveniente...
O amor não é paixão que depois de um certo tempo esfria, é calor, é quentura, é vulcão em erupção....
O amor não tem regras, transcende o jogo moral, o politicamente correto, no amor vale tudo assim como na guerra.
O amor é gritaria, olhos fechados, braços abertos. calmaria e também explosão.
O amor figurado, metáfora moderna, que vemos hoje é um amor que não vale a pena, é um amor transformado pela mente cibernética, pelos movimentos rápidos, o amor de hoje é quase um post de internet, que logo morre á primeira exposição, e nasce outro no mesmo tronco...
gosto dos amores incandescentes.
Loucos, desvairados, desvalidos, impunes.
O amor é estúpido.
Invade, não pede licença.
Se instala. Não aceita ser desalojado.
Briga, faz pirraça, se atira, se atiça, se indigna...
O amor nos leva ao céu e ao inferno.
É audaz, insano.
Tanto pode fazer a vida ficar melhor, ou pior.
O certo é que o amor nos acompanha.
Como um fantasma, como um delírio, como um martírio ou libertação.
O certo é que o amor, é o amor.
É duro, é forte.
É perigoso o amor.
domingo, 13 de janeiro de 2013

Sobre
outros assuntos:
O sol apareceu hoje de novo, depois de dias de chuva e um frio ligeiro.
Os passarinhos estão cantando. em ciranda, e os carros passam devagar, dando uma vaga impressão de que não vive ninguém nas ruas. O silencio é tão bom.
Esses dias cinzas levam a uma introspecção forçada. Quase uma conversão. Sinto-me como se estive na fila de um confessionário, onde a fila anda bem devagar. Íntimos e cruéis, os pensamentos cismam de acontecer, porque não ha nada mais para fazer, a não ser apreciar os pingos da chuva. Se estão fracos, amenos, ou se de tão fortes podem causar enxurradas...
A chuva cai, e faz barulhos estranhos na casa. Será alguém na varanda? Quem está ai? É a chuva.
O sol não tem som.
O sol tem outra matriz.
Ele não está nem ai pra ninguém. Assim como a chuva também não. Ambos são parte deste segredo que cismamos em controlar. Orô maior, acima de nós. insondável.
Dia lindo mesmo é quando esses dois elementos se juntam, casualmente.
Sol com chuva casamento de viúva.
Chuva com sol casamento de espanhol
e assim vamos vivendo....
Onde os passarinhos se escondem?
Por onde andará meu bentevi?
E o meu lindo beija-flor?
Onde andarão, as minhas borboletas que saem não sei de qual casulo, e vem me brindar com suas corzinhas pastéis?
Ando assim.
Meio sol.
Meio chuva.
Querendo passarinhos, urgindo borboletas, desafiando minha intimidade, nestes dias que de tão desencontrados, duram mais do que posso suportar.
O sol apareceu hoje de novo, depois de dias de chuva e um frio ligeiro.
Os passarinhos estão cantando. em ciranda, e os carros passam devagar, dando uma vaga impressão de que não vive ninguém nas ruas. O silencio é tão bom.
Esses dias cinzas levam a uma introspecção forçada. Quase uma conversão. Sinto-me como se estive na fila de um confessionário, onde a fila anda bem devagar. Íntimos e cruéis, os pensamentos cismam de acontecer, porque não ha nada mais para fazer, a não ser apreciar os pingos da chuva. Se estão fracos, amenos, ou se de tão fortes podem causar enxurradas...
A chuva cai, e faz barulhos estranhos na casa. Será alguém na varanda? Quem está ai? É a chuva.
O sol não tem som.
O sol tem outra matriz.
Ele não está nem ai pra ninguém. Assim como a chuva também não. Ambos são parte deste segredo que cismamos em controlar. Orô maior, acima de nós. insondável.
Dia lindo mesmo é quando esses dois elementos se juntam, casualmente.
Sol com chuva casamento de viúva.
Chuva com sol casamento de espanhol
e assim vamos vivendo....
Onde os passarinhos se escondem?
Por onde andará meu bentevi?
E o meu lindo beija-flor?
Onde andarão, as minhas borboletas que saem não sei de qual casulo, e vem me brindar com suas corzinhas pastéis?
Ando assim.
Meio sol.
Meio chuva.
Querendo passarinhos, urgindo borboletas, desafiando minha intimidade, nestes dias que de tão desencontrados, duram mais do que posso suportar.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Vamos lá: o mundo não acabou, tudo continua como dantes no quartel de Abrantes.
Resoluções de ano novo.
Espera do carnaval.
Quais são os orixás que regem este ano mesmo?
Obama com os tradicionais problemas no congresso
Dilma tentando evitar os inevitáveis apagões
Desemprego geral
Crise na Europa
Guerra na Siria
BBB 2013
A maior novidade do ano até agora foi o terno de bolinhas do Messi.
Dolce e Gabbana.
Mas mesmo assim, estranhíssimo.
Tudo como antes no quartel de Abrantes.
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
sábado, 5 de janeiro de 2013
Depois de tanto falar, as palavras retrocedem onde antes existia turbilhão, agora existe o silêncio
As coisas simplesmente se esvaziam.
Não há recomeços.
As palavras e todo o resto estão guardados em gavetas eleitas para este fim.
Você até tenta olhar nos mesmos olhos e procura o que causou o encontro acontecido há tantos anos atrás..
Busca seu eu refletido, recordações que fariam alguma diferença no dilema, busca algum movimento na mesma direção, busca a ânsia dos primeiros momentos, do primeiro beijo, do primeiro olhar...
Onde tudo isso foi parar? em que buraco se meteu toda a tolerância?
Porque agora é impossível fechar os olhos diante dos pequenos defeitos?
Cadê a perfeição da memória? as sutilezas da voz? a delicadeza dos encontros desencontrados que fizeram achar que este sim, era o o homem da sua vida? Que a fazia cheirar as camisas buscando o sabor que antes te levava ao êxtase e a consumia na hora da lavagem dos lençóis?
Os sentidos estão entorpecidos. Não reconhecem mais os sinais.
Os sentidos, não se reconhecem mais como parte integrante do que está minimamente posto no dia a dia.
Será o ponto final? Ou o ponto de ajuste?
E se nunca mais acontecer o link coração-sentido?
E quando nada mais há que possa ser dito, cheirado, consumido, amado, dialogado?
Mas não há a coragem de dizer adeus.
O adeus fica preso na garganta.
Será isso mesmo que quero para mim?
Será que existe um outro ponto?
Um atalho? Um desvio?
Este fim que não desce na garganta.
Que não diz que sim
Nem diz que não.
Assinar:
Postagens (Atom)




