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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015


Sim.  Eu acredito que os anjos existam.
Não sei se eles tem asas, se são grandes ou pequenos..
Também não sei se são homens ou mulheres, se tem queixas, ou se  sentem dores...
Para ser bem sincera, isso não me interessa.
Para mim, os anjos podem  ser  tímidos, então, eles  falam através do vento. É  quando você   percebe um leve sussuro vindo do nada e seu coração se acalma... e você fica definitivamente bem...
Os anjos  também podem ser o nosso animal de estimação que  nos  ama e sempre nos acolhe incondicionalmente, Na tristeza e na alegria, na doença, na saúde, ou mesmo quando  chegamos  em casa,  falando alto depois de vários birinaites...
 Mas os anjos também podem ser pessoas que te digam algo que você deveria ouvir num determinado  momento  da sua história e  aquela situação por tanto tempo adormecida, de repente  se resolve dentro de você.
E quando tudo o mais parecer perdido, coloque uma rede na varanda, ou na janelinha onde se possa ver um pedacinho do céu, e tome um banho de estrelas. Elas estão sempre lá... religiosamente no mesmo local.
Vai que  numa noite dessas um anjo pisque pra você.
Vai que numa noite dessas um anjo   diga _ola!
Estejam atentos.

domingo, 22 de fevereiro de 2015



Concentre-se no seu coração.
Quanto mais você escutar seu coração, mais ele te responde...
e mais você percebe o que se passa dentro de você, e percebendo o que se passa dentro de você, é possível mudar a sua realidade

domingo, 8 de fevereiro de 2015

eu gosto

 

Dia desses estava pensando que ha muito tempo que eu não fazia o que gostava. Como assim? Perái. dá pra viver sem se fazer o que gosta? o que se quer?
Sim. Dá.
Só que chega um momento em que seu espirito quer se libertar. Sim. Porque no meu pensamento, o querer está relacionando com o mais intimo sentimento da alma humana.
Fazer o que se quer.
Não o que precisa ser feito.
Ou comprovado.
Ou previsto.
Ou desejado pelos outros.
Fazer o que o seu coração pedir,  e seu espirito conduzir....
E eu vi que ha muito estava presa em correntes imaginárias. Correntes impostas pelos outros, pela vida vivida sem observação, e no fim por mim mesma, que acabei esquecendo das coisas que gostava, sem perceber que isso me minava...
Foi quando percebi que algo estava faltando e causando um desconforto que me trazia ansiedades, vi que eu não sabia mais que cor eu gostava, que fruta eu gostava, que filme eu gostava, que arvore eu gostava... que cheiro, comida, roupa,  eu não sabia mais de nada.
Comprava por impulso. Comia por impulso. vivia por impulso.
E aí, a descoberta foi uma dádiva perceber que eu não saber mais nada de mim,  não me causava nenhuma ansiedade.
Simplesmente aceitei que não sabia mais nada de mim.
E antes de me desesperar,entendi que eu sabia o que eu gostava,
Tudo estava dentro de  mim.
Esquecido, largado as traças.
Estou recebendo todos os dias pequenos milagres nas minhas descobertas.

Gosto de azul claro, as frutas que gosto sãos manga, cajá, melancia, melão, banana d'água. Gosto de passarinhos pequenos, de tomar banho de rio, de observar o céu e as nuvens, numa frequencia diária e continua. Gosto da lua mais do que sol, da chuva mais do que sol, gosto de meditar, de correr, de escrever, gosto de abajures, de pão com carne, de água, de agendas que viram diários, de dormir de camisola, de andar descalça. de ficar quieta,  gosto de crianças, formigas de bolsas que penduram no ombro, de saia, de chá branco mais do que chá verde e por ai vai.....

Essas  descobertas me fizeram perceber o quanto que eu gosto de me conhecer, de me descobrir, de acordar de manha e ver qual ver ser a descoberta do dia...
 Essa é  uma sensação tão boa, tão aconchegante...Cada dia é um milagre.