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sexta-feira, 29 de maio de 2009

simonal

Fui ver o documentário Simonal-ninguém sabe o duro que dei, e fiquei impressionada com a história desse moço, eu era bem menina e me lembro que ainda o vi cantar em alguns programas de auditório tipo B, mas simplesmente não perguntei porquê, até porque não conhecia a sua história de sucesso nos anos 60.

Vendo o filme você percebe que pode ter sido um tipo de ingenuidade falastrona da parte do simonal, mas também concordo com as vozes que dizem que houve um tanto de racismo contra este criolo que ousou brilhar por conta própria.

Mas está aí. É fato. É história.

É certo também que atualmente no cenário do estrelato nacional deve ter um monte de mau cárater, estão aí, fazendo sucesso e enchendo as burras de dinheiro.

Mas vamos e venhamos, estamos em outra época, de valoes invertidos, de éticas furadas.

Não sei se o Simonal dedurou ou não, o fao é que ele era um artista, com uma voz lindissima, de um talento nato

Simonal foi enterrado em vida, e nada do que se faça poderá restaurar os seus primeiros brilhos, seus erros e acertos.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Viva Zapata!!

Bem, aqui é um espaço democrático e sempre será um meio alternativo de comunicação, então meus amigos me pedem e eu vou em frente com pequenas concessões.
Esse foi um e-mail que recebi de meu amigo mexicano Luis Octavio Castro do poblito de Texoatlan, um lugar muito encantado que conheci que faz parte de Oaxaca, outro santuário cultural mundial.

O México como pátio trasseiro dos EUA sofrem misérias( assim, como tantos outros paises, inclusive o brasil) horrores e fome.

Quando estive em uma das regiões pobres de Texoatlan, zapatista, eu vi a pobreza extrema, as degraças nos olhos dos homens e mulheres, mas também vi uma coisa linda que foi as crianças sendo educadas dentro do ideal da liberdade,escolas limpas, crianças alegres.

Fiquei encantada e nunca me esqueci.Não poderia deixar de estar nesta rede.

A nombre de la Fuerza Indìgena Chinanteca Kia-nan,
se les pide su apoyo para la difusiòn del presente
comunicado.

A TODOS LOS MEDIOS DE COMUNICACION LOCAL, NACIONAL
E INTERNACIONAL.
A TODOS LOS MEDIOS LIBRES Y ALTERNATIVOS NACIONALES E INTERNACIONALES.
A TODOS LOS ORGANISMOS DE DERECHOS HUMANOS NO
GUBERNAMENTALES, NACIONALES E INTERNACIONALES.
HERMANOS Y HERMANAS, ADHERENTES A LA OTRA CAMPAÑA
NACIONAL E INTERNACIONAL.
A TODOS LOS COLECTIVOS ZAPATISTAS NACIONAL E
INTERNACIONAL.
AL COMITE CLANDESTINO REVOLUCIONARIO INDIGENA COMANDANCIA
GENERAL DEL EJERCITO ZAPATISTA DE LIBERACION NACIONAL.
AL CONGRESO NACIONAL INDIGENA.
Hermanos y hermanas, compañeros y compañeras, por
este medio les comunicamos que la Fuerza Indìgena
Chinanteca Kia-nan, adherente a la Otra Campaña, denuncia y
apoya pùblicamente la lucha emprendida por la Comunidad
Chinanteca Rosario Ibarra, Municipio de San Juan Bautista
Tuxtepec, Oax., en defensa de su Madre Tierra y Territorio
en contra de la Empresa Paraestatal Inmobiliaria Industrial
del Papaloapan, S.A. de C.V.(INIPSA) , apoyado por los tres
niveles de gobierno tanto federal, estatal y municipal, en
donde dicha Empresa estàn asociados los empresarios màs
ricos de Tuxtepec que pertenecen al sistema capital y la
comunidad lleva resistiendo màs de 20 años al no aceptar las condiciones injustas y migajas de hambre que ofrece los
gobiernos neoliberales.
Y es por estas razones y ante la falta de JUSTICIA la
comunidad decidiò por acuerdo de Asamblea buscar apoyos
jurìdicos a
travès del Bufete Jurìdico Tierra y Libertad, A.C., de
la Ciudad de Mèxico, quien ha interpuesto la demanda de
Amparo en contra del Presidente de la Repùblica, Lic.Felipe
Calderòn Hinojosa, del Gobernador del Estado de Oaxaca,
Lic.Ulises Ruiz Ortiz, y otras autoridades, asì como la
empresa señalada.
Asì mismo, el Presidente Municipal de Tuxtepec, Oax., el
Lic.Gustavo Pacheco Villaseñor, obecece las òrdenes de los
empresarios de Tuxtepec, de Empresas nacionales y
trasnacionales al dar permiso de instalaciòn de un vìvero
municipal de alta tecnologìa con los recursos del gobierno
federal, gobierno estatal asociados con el Gobierno de Suecia por un convenio firmado entre ambos, lo cual es
ejecutado por la Empresa Agrinet de Cuernavaca, Morelos,
conjuntamente con la Secretarìa de Desarrollo Rural(SEDER)
, violando asì los derechos de Amparo interpuesto a favor
de la comunidad.
Cabe mencionar que el vìvero municipal inicialmente abarca
una extensiòn de 26,400 metros cuadrados y su
construcciòn de 2,640 metros, toda vez que se pretende
ampliarlo en 400-00-00 Has., donde se cultivaràn maderas
preciosas como son cedro, caoba, primavera, entre otros, que
supuestamente servirà para reforestar la regiòn
Chinanteca, pero màs bien es para favorecer a las empresas
nacionales y trasnacionales.
Y el dìa de hoy 17 de Mayo del 2009, en una Asamblea de la
comunidad se toma el acuerdo de paralizar la Empresa donde
està ubicado el Vìvero Municipal, toda vez, que se
encuentra dentro del terreno en conflicto de 400-00-00 Has.,
misma que demanda la comunidad, en donde se constatò que el
gobierno municipal apoya y protege a la Empresa con la
policìa municipal.
Por lo que manifestamos, que a casi 21 años que la
comunidad tiene de existencia, hasta la fecha carece de
todos los servicios como son: agua, salud, electrificaciò
n, etcètera, màs sin embargo, en el vìvero, el Presidente
Municipal està danto todos los servicios como lo es: la
electrificaciò n, agua, seguridad a esta empresa y en la
cual la comunidad muestra su total inconformidad y coraje de
las actitudes de inconciencia e insensibilidad de las
autoridades que por ser una comunidad Chinanteca no se les
toma en cuenta y se les discrimina y violan flagrantemente
sus derechos colectivos de ser comunidad originaria y esto
los obliga a paralizar la obra en menciòn hasta en tanto no
se resuelva la vìa legal iniciada sobre las tierras en
litigio, misma que la comunidad se encuentra en plantòn
definitiva a partir de esta fecha.
Y por lo anterior, hacemos un llamado de solidaridad y
apoyo de lo que pueda suscitar durante el tiempo que dure
este conflicto y hacemos responsables a los tres niveles de
gobierno de todo tipo de atropellos, de tensiòn y
represiòn en contra de la comunidad Rosario Ibarra, sus
familias y sus pertenencias, asì como a quienes se
solidarizan con
su justa lucha.

NO A LA PRIVATIZACION DE LA MADRE TIERRA Y SUS TERRITORIOS.
FUERA LAS EMPRESAS NACIONALES Y TRASNACIONALES DEL
TERRITORIO CHINANTECO
ALTO A LA REPRESION Y LA DETENCION DE LUCHADORES SOCIALES
FUERA EL EJERCITO FEDERAL DE TODAS LAS COMUNIDADES
ORIGINARIAS DEL PAIS.
LIBERTAD A TODOS LOS PRESOS POLITICOS DEL PAIS!!!
VIVA ZAPATA PORQUE SU LUCHA SIGUE...
VIVA LAS COMUNIDADES INDIGENAS EN REBELDIA
VIVA EL EJERCITO ZAPATISTA DE LIBERACIONAL NACIONAL!!!
HASTA LA VICTORIA SIEMPRE!!!
"VIVIR POR LA PATRIA O MORIR POR LA
LIBERTAD"

Fraternalmente
Fuerza Indìgena Chinanteca Kia-nan

Dado en territorio Chinanteco el 17 de Mayo del
2009.

fichkia-nan@hotmail.com

Pra quem quiser saber mais um poquito:

O EZLN é um grupo indígena, contudo não-violento, com inspirações Zapatistas com sede em Chiapas, o estado mais pobre do México. Incorpora tecnologias modernas como telefones via satélite e Internet como uma maneira de obter a sustentação local e estrangeira. Consideram-se parte do largo movimento de antiglobalização.

Sua voz mais visível, embora não seu líder, porque é um segundo-comandante — todos os comandantes são índios maias — é o subcomandante Marcos. O comunicado abaixo do subcomandante em 28 de março de 1994 explica o porque de esconder os rostos e porque todos os zapatistas dizem que se chamam "Marcos": "Marcos é gay em São Francisco, negro na África do Sul, asiático na Europa, hispânico em San Isidro, anarquista na Espanha, palestino em Israel, indígena nas ruas de San Cristóbal, roqueiro na cidade universitária, judeu na Alemanha, feminista nos partidos políticos, comunista no pós-guerra fria, pacifista na Bósnia, artista sem galeria e sem portfólio, dona de casa num sábado à tarde, jornalista nas páginas anteriores do jornal, mulher no metropolitano depois das 22h, camponês sem terra, editor marginal, operário sem trabalho, médico sem consultório, escritor sem livros e sem leitores e, sobretudo, zapatista no Sudoeste do México. Enfim, Marcos é um ser humano qualquer neste mundo. Marcos é todas as minorias intoleradas, oprimidas, resistindo, exploradas, dizendo ¡Ya basta! Todas as minorias na hora de falar e maiorias na hora de se calar e agüentar. Todos os intolerados buscando uma palavra, sua palavra. Tudo que incomoda o poder e as boas consciências, este é Marcos."

terça-feira, 26 de maio de 2009

sobre novelas

Assinatura de Jornal pra quê?
Você vai acompanhando as sacanagens desse politicos igual novela.

Um horror.

Por falar em novela, se eu fosse a Gloria Perez, mudava todo o enredo de Caminhos das Indias.

A novela não tem liga. Precisa ser mais janetiana, ter doses cavalares de romance, de perda, desilusão e reencontros apaixonados, deliciosos, com um pouco de teor erótico.

Não tem nada disso nessa novela.

A Maya é de uma sonsez que me mata. Acredito que uma mulher que esconde um segredo como o dela( ter o filho de outro homem no casamento) não viveria com tanta tranquilidade assim. A Glória tem nesse casal, Maya e Bahuan, ingredientes maravilhosos, para uma linda,terna e forte história de amor, e não usa.


Ah! tudo bem que é novela, eu entendo isso, mas me conta, me diz: Como é que se esquece um amor dessa maneira? Como?

Me conta.

Me diz.

PS: Dizem por aí, que o Marcio Garcia está péssimo, eu não acho. Ele está sendo é mal utilizado.E o amor de Raj e Duda, gente? aquele negócio pegava fogo: intenso, vívido, amor carnal, visceral, cheio de fôlego.

Acabou.
E tanta coisa presa na garganta...
A vontade de ter asas e voar para um outro lugar onde reine a tranquilidade e que eu possa de alguma maneira pensar.
Não loucamente como ba velocidade da luz.
Mas calmamente, sem ponteiros...

Sinto que uma força vai marcando meus dias de maneira indevida.

Vou caminhando lentamente.

Tenho medo dos meus passos.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

....


É isso aí.

Estou terminando meu primeiro livro juvenil.
Fala um pouquinho sobre as tantas coisas que compõem esse rico universo teen.
Tentei fugir dos lugares comuns, e não me baseei na minha adolescência pós hippie, mas observando a geração atual, tão diferentes nas suas igualdades.

A Ju que é minha mais fiel crítica disse: " Tá bom, mãe!"

Então, tá bom!
Estou tão empolgada, tão felizinha, igual pintinho no lixo.

PS: O livro só não tem título.

Ainda.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Revisito meu romance com arroubos juvenis de reconquista..
Mesmo.
Quero muito que tudo corra bem entre a gente.

Onze anos absolutos de um dialogo que nunca termina.

Pretendo colocar um ponto final nisto.

sábado, 16 de maio de 2009

heiko klug



várias opções

Essa semana foi pedreira.
Semana de preparação para os centros de Estudos nas escolas de Japeri sobre a Conferência Nacional d e Educação.

Trabalhei mmuiitto.Mas já foi. As discusões foram ótimas, Valeu todo o sacríficio empreendido.

Hoje queria bater perna por aí.
Mas desisti. Sem grana, não tem graça nenhuma sair por ai, sem poder tomar nem um sundaezinho básico, né não:Adoro tomar sundae com chuva.Sem chuva também.

Ou um capuccino.

Então....

Vou me recolher aos meus aposentos, vê se eu escrevo alguma coisa que preste.

Senão vou fazer colagens.

Ou dormir.

Ou me entregar a Sky.

terça-feira, 12 de maio de 2009

aquarelinha

Tô feliz da vida, a Editora do Brasil vai publicar um texto infantil de minha autoria num livro paradidático chamado aquarelinha.
O texto, é um poema intitulado " A pipa" que fiz pro meu filhote, o Gabriel quando ele era desse tamanhinho assim ó.

Feliz, Tomo II.

sábado, 9 de maio de 2009

top blog

Fui indicada para o premio Top Blog. Feliz.





A primeira etapa é votação popular(vixe!) e a segunda é votação adadêmica(?)

Portanto, quem entrar e quiser votar neste blog que vos fala, beleza! se não, beleza também.

sobre títulos

Tenho ajudado Bi, meu filho do meio, a fazer as redações quinzenais da escola.

Um dia vi que ele pensava,pensava, muito compenetrado e perguntei _O que foi filho?

- Estou escolhendo um título...

-Ué, mas você já sabe sobre o que vai escrever?

-Não.

Eu ri.

Essa coisa do titulo é sempre complicada.

Quando eu tinha lá meus doze anos, já escrevia poesia há algum tempo, e não tinha a minima criatividade para colocar títulos nelas.

Nunca me ocorreu naquela época que eu simplesmente poderia renunciar a isso.

O título era um peso tão grande na minha vida, que um dia fiz uma loucura para terminar com este meu sufoco.

Como eu era amante de fotonovela naquela época,comprei um caderninho na papelaria mais próxima, peguei minha coleção de fotonovelas(adorava o Massimo Ciavarro, alguém aí lembra dele?) e simplesmente preenchi cada página em branco, com os vários títulos da minha coleção fotonovelística.

Hoje eu morro de ri do que eu fiz. Tinha títulos bizarros, como: Amor, com a ajuda dos cachorros.

Só com muita criatividade eu poderia criar uma poesia com esse título né não? Quer dizer, só eu mesma né?

O fato é que até hoje eu ainda guardo essa relíquia.Um caderninho sem capa, de páginas amareladas, cheio de títulos e totalmente em branco.

Nunca consegui escrever um único verso com tanto título disponível.

Cheia de alegria e boas intenções expliquei ao Bi que título é batismo, vem depois do texto pronto.

Ou não.

Demorei a sacar que quem batiza o texto não é autor do texto é o próprio texto.

Ou não.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

vertigem-osgemeos


Ontem fui ver a exposição Vertigem no CCBB.

A dupla de artistas intitulada Osgemeos é uma maravilha!
Não é a toa que os jovens estão ganhando mil fãs mundo a fora.

Na verdade, Gustavo e Otavio Pandolfo dão show ao retratar a sua arte grafiteira, moderna, colorida, cheia de vida e simbolismos, e retratam um país reconhecível transbordando de heranças culturais e sociais inequivocas.

Eu adorei particularmente a instalação que traduz a cabeça da mulher e a cabeça do homem.

A cabeça do homem, conflito.

A cabeça da mulher, infinito.

A cabeça do homem reconhcível num quarto sem compartimentos, uma tv ligada, uma pia insistentemente aberta (a agua é de fonte, tive o cuidado de perguntar, portanto não há desperdicio)O cotidiano explicito, tão sem desafios, tão reconhecível, tão limitado.

A cabeça da mulher. Infinito

De infinito mesmo, de múltiplos sentidos nos mil e um espelhos de fantásticos azuis, que vão dar em outros tantos infinitos de nós mesmas, com nossos olhares refletidos.

Tão complexos.Intensos.
Submergidos em luz própria esse Osgemeos.

Gostei.Muito.

Ah pra quem tá no Rio, corre que a exposição termina no dia 17 de maio.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

cem anos de solidão

Acabei de ler Cem Anos de Solidão tem um tempinho.

Fez parte de uma decisão de ler meus livros que já comprei há muitos anos e que por uma ou outra razão não tive a oportunidade de ler.

Cem Anos foi um livro que custei a ler, nem sei porque, mas devo admitir que mexeu comigo.

A linguagem exata, o clima fantasioso, a força matriarcal de Ursula, a fundação de Macondo e sua história surreal,a cosmovisão de José Arcadio , o pai, o intricado personagem Aureliano Buendía e toda a herança maldita a e mesmo assim bendita dessa história magica, realmente mexeu comigo.

Fiquei alguns dias estupefata.

Procurando encaixar no dia a dia, a visão do autor em mim, e a marca da literatura que tão profunda me fez acordar de madrugada pensando que não poderia mesmo ter sido diferente.

Fiquei inquieta.

Foi quando percebi que ler este livro foi um dos exercicios mais maravilhosos da literatura: Tentar compreender a vida. Esta mesma vida que nos assusta e nos cobra uma posição diante de seus fatos mais ousados, mais aflitivos, mais do mesmo, e tantos outros mais que me fogem agora, mas que são fato, são vida.

Me encontro agora lendo no original La Hojarasca, do mesmo Garcia Marquez, da mesma Macondo, a meu ver, a história se passa e ao mesmo tempo dos fatos narrados em Cem anos de Solidão.


Só que uma ressalva: La Hojarasca, ou o Enterro do Diabo, é de 1955 e Cem Anos é de 1967.

E aí reside a maravilha: Você pode ler antes ou depois de Cem Anos.

Estou lendo depois.
Ando procurando nas entrelinhas, os fatos que poderiam ter ocorrido que poderiam ter modificado a obra posterior.

Nas entrelinhas busco a força dramática que tanto me comoveu

Está sendo um bom exercício literário comporar as duas narrativas,e não ousaria nunca fazer uma critica aprofundada sobre a diferença das duas obras. Não me atreveria a tanto.

Embora tenha minha modesta opinião.

Cem Anos de Solidão merece todos os elogios e sensações que um leitor possa ter.

É uma delicia de livro e me atrevo a dizer que, Maktub, essa leitura não poderia ter vindo em melhor época da minha vida.

terça-feira, 5 de maio de 2009

miudezas


Hoje bateu umaa doideira doida.

Vontade de escrever um conto do avesso, que fale de amores. Sim, salibim.
De amores desencontrados. Lógico, senão não é amor...
De amores estranhos...
de pessoas que se amam pelo que representam, independente de sexo, formação moral ou cívica.

Outra, descobri que não ligo mais para a burrice( desculpe, sempre evitei chamar alguéns de burro, mas tem gentes, que não tem jeito mesmo.É esse o termo adequado) e pobreza de espírito de algumas pessoas.

Tem gentes que não mudam nem se jesus descer na terra e dizer: - Muda awê,gente boa!

Eu é que não vou ne preocupar.

Prefiro estudar o sexo doas anjos.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

sexta-feira, 1 de maio de 2009