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segunda-feira, 20 de setembro de 2010


De repente o cansaço do mundo se abateu nas minhas costas.
Não é noite mal dormida.
Não é infecção nos rins.
É simplemesnte o cansaço dos nós dos  tempos
o cansaço do não dito, o do falado mal ajeitado
do beijo que foi duramente sonhado e nunca realizado
Dos contos e encantos erráticos
dos acertos mal assombrados
O cansaço da paciência e da esperança
A vida me pede coragem
E eu insisto em sofrer pelos cantos
A vida me desafia cada dia um desejo novo
e eu continuo minha coleção de cartazes.

Eu não atino.
Ao contrário, desatino.
E indo.
E vindo.
Ou melhor, não sei para onde vou.