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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Vou me dizendo as verdades que preciso ouvir, sem poupar as arestas.
Dou-me tapas para voltar a mim mesma,e sair dessa paranóia lúdica em que vivo.
Rogo -me pragas de indignação diante da minha maldita teimosia.
Olho-me no espelho e fico ali tentando encontrar um olhar que uma vez  perdido, sei que nunca mais voltará.
Xingo-me de todos os nomes feios que conheço.
Me metamorfoseio, e eis-me incrivelmente lúcida, voltando pelo mesmo caminho que sei que me faz mal.
Maldita seja essa  maldita teimosia .
Maldito seja esse espelho que me encobre de mim mesma.