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terça-feira, 22 de janeiro de 2013



O amor é estúpido.
Nos corrói, nos dilacera, nos enche de medos e inseguras e de certezas  das mais incertas.
O amor é estúpido, é cego, é voraz, avassalador, inconveniente...
O amor não é paixão que depois de um certo tempo esfria, é calor, é quentura, é vulcão em erupção....
O amor não tem regras, transcende  o jogo moral, o politicamente correto, no amor  vale tudo  assim como na guerra.
O amor é gritaria, olhos fechados, braços abertos. calmaria e também explosão.
O amor  figurado, metáfora moderna, que vemos hoje é um amor que não vale a pena, é um amor transformado pela mente cibernética, pelos movimentos rápidos,  o amor de hoje é quase um post de internet, que logo  morre á primeira exposição,  e nasce outro no mesmo tronco...
gosto dos amores incandescentes.
Loucos, desvairados, desvalidos, impunes.
O amor é estúpido.
Invade, não pede licença.
Se instala. Não aceita ser desalojado.
Briga, faz pirraça, se atira, se atiça, se indigna...
O amor nos leva ao céu e ao inferno.
É  audaz, insano.
 Tanto pode fazer a vida ficar melhor, ou pior.
O certo é que o amor nos acompanha.
Como um fantasma, como um delírio,  como um martírio ou libertação.
O certo é que o amor, é o amor.
É duro, é forte.
É  perigoso o amor.