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segunda-feira, 17 de novembro de 2008

outro dia



Essa coisa de ser poeta e estar na altura é loucura....

são tantas divergências, convergências, pura arte, estrelismo pontos de atrito....

Essa coisa de ser poeta e essa angustia desesperada de ter ou não o pé no chão.
entubar ou não as amarguras,
Expor-se ou não nas linhas, forçando as entrelinhas

Não, isso não pode ser chamado de paraíso.


E a gula do mundo?
E o volume de angustias por minuto?
E o surreal, o real,o inadmissível, o indizível?

e a poesia,no meio disso tudo imbatível.

A vida por trás da pena, não é mera ficção.
Nem paraíso.

É tornar-se um guindaste....
É tornar-se invisível...
É não pestanejar.....

Isto é o próprio inferno.