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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

seleção no engenhão


Ontem eu estranhei o comercial convocando os cariocas à irem prestigiar a seleção no Engenhão.

Mesmo não sendo uma entendida no assunto, sei que é uma honra para qualquer estádio do mundo receber a seleção canarinho, até comentei com o Bi: Devem ser os últimos ingressos.E eu, que gostaria tanto de ir, pois nunca vi, em 40 anos, a seleção jogar ao vivo, perdi mais uma oportunidade.

E ainda aumentei: E vc, hein meu filho, poderia ver os fenômenos Ronaldinho e o Robinho jogando,já pensou que sensação?

Foi aí que eu devia ter desconfiado que as coisas realmente não andavam boas pra nossa seleção.

O Gabriel, 11 anos, flamenguista roxo,que assiste até futebol de várzea na tv fez um cara assim meio comeu e não gostou e respondeu com desprezo: - Tô nem aí, tô nem ái.....

Por isso hoje não me surpeeendi quando abri a coluna do Bruno Medina no G1 e descobri que dos 29 mil ingressos postos à venda, apenas 12 mil tinham sido vendidos.

Se eu soubesse tinha comprado o meu, mesmo pra ver esses pernas de pau jogando.

O estádio é o melhor lugar para exercitar o rol de palavrões aprendidos durante toda uma vida.

De repente, se conseguir uma companhia corro pro Engenhão. Pelo andar das chuteiras, o que não vai faltar nessa noite, é ingresso.

Alhos por Bugalhos;

Madonna bombando.

+ dois shows extras: Sampa e Rio.

Sucesso é isso.
O que eu não daria pra ir....